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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

#402 Banda Catedral conta toda a verdade sobre polêmicas.


 A banda Catedral postou um vídeo no Youtube explicando todas as polêmicas envolvendo o nome da banda.
 No vídeo a banda fala da entrevista para o site Usina do Som, sobre o processo contra a MK, das comparações com a banda Legião Urbana(bem como a lenda que o vocalista Kim tenha parentesco com Renato Russo), e sobre a polêmica entrevista no Programa do Jô(que na realidade nunca aconteceu).

Confira o vídeo abaixo:


sexta-feira, 24 de maio de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

quarta-feira, 6 de junho de 2012

#112 Tradução: Jesus, Friend Of Sinners by Petra

Petra - Jesus, Friend Of Sinners
Jesus, Amigo dos pecadores



Letra:

There is a voice that must be heard,
There is a song that must be sung,
There is a name that must be lifted high.

There is a treasure more than gold,
There is a king upon the throne,
There is one whose praise will fill the skies.

(Refrão)
His name is Jesus, 
friend of sinners.
Jesus, Jesus,
Friend of mine.

There is a peace that calms our fears,
There is a love stronger than death,
There is a hope that goes beyond the grave.
There is a friend who won't let go,
There is a heart that beats for you,
There is one name by which we are saved.

(Ponte)
When I was captive to my fears,
You were the one who came to me.
You set me free,
You set me free.


Tradução:


Há uma voz que deve ser ouvida,
Há uma canção que deve ser cantada,
Existe um nome que deve ser levantado alto.

Há um tesouro que vale mais do que ouro,
Há um rei no trono,
Há um cujo louvor encherá os céus.

(Refrão) 
Seu nome é Jesus,
amigo dos pecadores.
Jesus, Jesus,
Amigo meu.

Há uma paz que acalma nossos medos,
Há um amor mais forte que a morte,
Há uma esperança que vai além da sepultura.

Há um amigo que não vai deixar de ir,
Há um coração que bate por você,
Há um nome pelo qual somos salvos.

(Ponte)
Quando eu era cativo dos meus medos,
Você foi o único que veio a mim.
Você me libertou,
Você me libertou.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

#91 Morre o baterista do High Flight Society


 "Esta manhã, nós perdemos o nosso melhor amigo e o maior baterista qualquer um de nós já teve o prazer de tocar. Ainda estamos processando a notícia, mas temos certeza de que ele foi encontrado inconsciente em sua casa e mais tarde faleceu.
Estamos absolutamente arrasados ​​de que nosso irmão se foi. Palavras não podem expressar o quanto nós já sentimos falta dele. Basta dizer que, nenhuma das nossas vidas jamais será a mesma.
Ele amava fazer música e nós amamos fazer música com ele. Ele deixa um legado com o que ele criou - High Flight e mais além. Acima de tudo, nós o amávamos por quem ele era. Vamos vê-lo do outro lado, Scotty Lockridge."



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

#32 Clip: Switchfoot - Dark Horses

  Yaew!
  A banda Switchfoot divulgou em seu tweeter o clip da música "Dark Horses" do novo álbum da banda intitulado "Vice-Verses", que foi lançado no dia 27 de Setembro.
  Essa música ficou entre as musicas gospel mais tocadas nas rádios norte-americanas.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

#26 Echo Of Love by An Epic, No Less

Yaew!
An Epic, No Less é uma banda de Pop / Rock / Eletrônica com vocais masculinos e femininos que ganhou espaço na cena pop, então, eis aí Echo Of Love.

terça-feira, 3 de maio de 2011

#15 A relação do U2 com o Cristianismo

Eaew galéra!

Bom gente, depois de um grande período parado. Eu resolvi voltar a ativa.
Eu estava fuçando na internet e achei a seguinte matéria:U2 é uma banda Cristã? . Achei muito intereçante e gostei muito. Sem mais blá, blá, blá. Eis aí a matéria.

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão – estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico – em proporções que não limitariam seu alcance de público.

Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado – seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”
Bono frontman da banda U2


Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez – apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual – e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal – especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 – ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

Fonte: IG Música

Via: Cristianismo Criativo (visite!)