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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

#159 A História do UnBlack Metal(Black Metal Cristão)



 Unblack metal (também conhecido como Black metal cristão) é a variante cristã do black metal. Trata-se de um gênero polemico, porque o black metal foi propriamente desenvolvido com a intenção de incentivar sentimento anti-cristão, tanto musicalmente e socialmente. É por vezes referida como "Holy Unblack Metal", um termo originalmente usado pelo fundador da banda Horde (extensamente considerada a primeira banda Cristã de black metal) com seu influente álbum "Hellig Usvart" de 1994.

 Apesar do rápido desaparecimento do Horde, muitas bandas logo surgiram para assumir seu lugar. A banda Sueca, Admonish, foi formada em torno de 1994 ou 1995, e foi a primeira banda de black metal cristão na Suécia. Eles ganharam notoriedade por chamar seu estilo de "Christian black metal" em seu website. Isto causou um certo debate no underground do metal e logo um site anti-Admonish foi criado. Enquanto a banda não lançava qualquer coisa até 2005, a revista Metal Hammer chamou Admonish de "Uma das principais bandas de Black metal cristão" em uma edição de 1990 especialmente focada em black metal.

 Christian black metal começou na realidade, em 1991 na Noruega, quando Antestor lançou a demo "The Defeat of Satan" (nesta época o nome da banda era "Crush Evil").Nessa época, muitas igrejas foram queimadas na Noruega, e eventualmente Euronymous da banda black metal Mayhem estava planejando forçar Crush Evil a encerrar suas atividades. No entanto, Euronymous foi assassinado por Varg Vikernes (Burzum) em 1993. O lançamento de 1998 da banda na gravadora Cacophonous Records, "The Return of the Black Death", provou ser influente no movimento. Unblack metal moderno foi liderado por grupos como Lengsel, Vaakevandring, Crimson Moonlight e Sanctifica.

 Sonoramente, o unblack metal incorpora guitarras pesadas/distorcidas, vocais rasgados, rápidas passagens e melodias, e canções com estruturas não convencionais. O estilo varia entre o agressivo estilo do Horde, o sorrow metal do Antestor e Arvinger, o sinfônico com um teclado de comando e sintetizadores sombrios do Vaakevandring e Vardøger, ao estilo mais técnico de Drottnar.

 Liricamente, durante o início da década de 1990 como uma oposição ao início da cena norueguesa de black metal, o fundador do gênero Horde popularizou agressivamente os temas, "anti-satânico" e "mentalidade cruzada" que atacaram a temática anti-cristã com idéias como "Invert the Inverted Cross" e "Crush the Bloodied Horns of the Goat". Este foi um tema dominante durante a maior parte da década de 1990, no unblack metal. Horde era tão influente tanto musicalmente e liricalmente que vários grupos têm se influenciado no estilo da banda, tais como o do Brasil, Poems of Shadows em seu álbum "Nocturnal Blasphemous Chanting".

 No final da década de 1990, os grupos Escandinavos Antestor, Crimson Moonlight e Vaakevandring definiram um novo rumo: letras anti-satânicas foram substituídas por temas que lidam com conteúdo filosófico e ideológico. Estes variam de Inverno Escandinavo a poética das metáforas de Crimson Moonlight para a tristeza, perspicaz e introspectiva temas de Antestor e Lengsel aos temas de Vaakevandring como conversão, salvação, lutar com fé, e passagens da Bíblia como "Pai Nosso".

 Principais bandas: Horde, Antestor, Slechtvalk, Cerimonial Sacred, Crimson Moonlight, Divine Symphony, Sanctifica, Lengsel, Vaakevandring, Frost Like Ashes, A Hill To Die Upon, Drottnar, Blood Covenant, Fire Throne, VARDØGER, Elgibbor, Frosthardr, Poems of Shadows, Abdijah, Immortal Souls, Holy Blood, Eulogium, Arch of Thorns, WINTERSOUL, Arvinger, Hortor, Mephiboseth, Grave Declaration, Fordømt Knust, Bezalel, Primitive Church, Golgota, Transtorno, Exousia, Borgazûr, DEBORAH, Opus Majestic, Hazeroth, Soterion, Amnos, Parakletos, White Throne, Dynamon Dark , Ancient Plague, Evroklidon, Vaande, Cabalistic, Winter's Dawn, Bedeiah, Grim, Armageddon Holocaust, Azmaveth, Armath Sargon, My Darkest Time, Hawthorn, The Synics Awakening, Christageddon, Diamoth, Crown of Fire, Darkaliel, WARFROZEN, Brutal Cross, Edificador, Death Poems, Keber, Suspiria Profundis, 7th Angel, PULCRO, Devotam, Neohadth, Umbra Omnipotentis, Pilgrimage, Ira Divina, etc...

Fonte: ATA.WORSHIP

sábado, 18 de fevereiro de 2012

#54 Ellefson: A turnê do Megadeth não é uma cruzada

  O baixista do Megadeth em entrevista com Pat Douglas. Abaixo um trecho da entrevista:

Sobre como ele e Mustaine renovaram os seus interesses no cristianismo nos últimos anos (Mustaine tem discutido abertamente ser um devoto cristão convertido e Ellefson está estudando para ministrar através da Lutheran Church-Missouri Synod):


Ellefson: "É muito engraçado, não é? Quando você combate (Deus), você tem lutas e é uma batalha difícil. Quando você se entrega a ele e você o abraça, aquilo se torna como um motor a jato que dispara você para a frente com o sucesso não apenas grande, mas facil. De repente, você não está operando a partir de um lugar que estar sempre tão competitivo e baseado no medo. Você começa a ir a jusante, em vez de sempre remar rio acima. Quando você lança o seu negócio a partir de um lugar de medo, você essencialmente trabalhacontra si mesmo. "


Se o Megadeth vai incorporar seu cristianismo em suas composições.


Ellefson: "Você pode ser uma pessoa que tem fé e ser íntegro e ter uma obediência a seu criador e não ter tudo que você diz ou um louvor e hino de adoração. Deus colocou um monte neste planeta. Há muita coisa neste mundo para escrever canções sobre e é isso que fazemos. Esse é o equívoco que se você é um cara do metal, você só cantam sobre o diabo e se você é um cara da igreja você só canta sobre o Senhor. Que é o estereótipo de um vacilão. A única razão pela qual falamos sobre (nossa fé) é porque as pessoas nos perguntam sobre isso. A turnê do Megadeth não é uma cruzada. Nós não estamos em nenhuma missão. "

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

#52 Físico afirma que Deus tem 67% de chances de existir!

Yaê galéra!

Eu estava fuçando na internet quando achei uma matéria no blog Também Falho, a qual dizia que um físico afirma que Deus teria 67% de chances de existir. Achei interessante pelo fato de existir uma pesquisa desse tipo, e resolvi postar deixando os devidos créditos. Eis aí a matéria:





Deus existe?

 Algumas pessoas não sabem responder a essa pergunta. Outras não têm dúvidas: “É claro que sim”. Ou: “Não”. O físico inglês Stephen Unwin lançou um estudo matemático com uma resposta mais exata: Deus tem 67% de chances de existir.

 O passo-a-passo de suas equações está no livro The Probability of God (“A Probabilidade de Deus”, inédito no Brasil). Unwin usou uma fórmula criada há 200 anos, o cálculo bayesiano. Começa-se com uma probabilidade de 1 para 1. Deus tem 50% de chances de existir e 50% de não existir. A partir daí, somam-se evidências contra ou a favor da afirmação inicial. “A idéia foi equilibrar nosso lado que precisa de evidências racionais com nossa capacidade de acreditar em algo por intuição”, afirmou o físico.

Exemplo: dar dinheiro a desabrigados sem esperar nada em troca é uma evidência da existência do Bem. E é mais provável que o Bem exista em um mundo com Deus. Já um furacão seria uma evidência de um mundo sem Deus.

 O livro inclui uma planilha Excel para que o leitor possa reunir suas próprias evidências e fazer seu cálculo pessoal da existência divina. “O fascinante é que, como 67% não é uma resposta definitiva como ‘sim’ ou ‘não’, para acreditar em Deus é preciso mesmo ter fé.”
Êpa! Mas, se a conclusão é que precisamos ter fé, para que estamos fazendo cálculos bayesianos?



por Barbara Axt


Fonte: Também Falho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

#51 Rick Puckett deixa o Broken Flesh

"Ei galera! Aqui é Ricky. Eu quis tomar a oportunidade de informar a todos vocês de que, imediatamente em vigor, eu estou me demitindo do meu ofício como vocalista da Broken Flesh. Num esforço para prevenir quaisquer rumores loucos e infundados os quais não têm base na verdade, digamos que nada de ruim aconteceu entre os caras da banda e eu *eu ACHO* hahaha! Deus está movendo cada um rumo a um direcionamento diferente do qual Ele me colocou. Eu amo Kevin, Jacob e Lopez de verdade, já que eles são meus “irmãos” e tem sido uma família a mais para mim durante o último um ano e meio em que estive na banda. De todas as bandas que fizeram parte da minha vida, nunca houve um grupo de caras que eu apreciasse estar com mais do que os caras da Broken Flesh. E sim, isto até supera o meu período na Obliteration e na Death List. Fizemos um MONTE de shows, realizamos muitas coisas grandes, encontramos e fizemos novos amigos e fãs – assim como fortalecemos relacionamentos com um monte de velhos amigos e fãs.

Mais importante, fomos capazes de sair por aí e testemunhar para um número incontável de pessoas. Fomos capazes de ajudar algumas pessoas ao longo do caminho dos seus lugares em suas vidas no que diz respeito às suas situações espirituais, emocionais e mentais. Todos nós (e isso inclui VOCÊS também) SABEMOS que isso é verdade, quer concordemos todos com os pontos mais refinados da teologia e da fé ou não. Ultimamente nosso intuito e objetivo como banda fora de apenas sempre simplesmente mostrar o amor de Deus para as pessoas. Especialmente quando confrontados com pessoas que vivem em lugares bem sombrios e estão feridas. Este fora o intuito e objetivo da banda desde o começo, foi o intuito e objetivo da banda desde durante meu período com a Broken Flesh, e SEMPRE será o intuito e objetivo da banda, independentemente de quem está na banda ou não.

Dizer que eu apreciei completamente o meu tempo com a Broken Flesh seria uma atenuação. Eu me considero abençoado e bem-aventurado de ter sido parte da mesma. Não me arrependo de coisa alguma que fiz nesta banda, e se me fosse dada a oportunidade de fazer isso de novo, eu faria milhares de vezes! É bastante humilhante ser chamado por Deus para fazer algo para Sua glória e Reino na maneira que eu fui capaz de fazer na Broken Flesh. E só porque uma tarefa particular para a qual ele te chama tem um fim afinal... não significa que é “O Fim”. Não significa que Deus acabou comigo ou que eu vivi mais do que o tempo da minha utilidade para Ele. Apenas significa que Ele está me direcionando para outras coisas. Eu anseio – e estou animado pra descobrir o que pode ser – seja na música ou de outro modo. Eu vou ser sincero, não tenho certeza se eu realmente entendo o raciocínio por trás de tudo isto, mas eu confio que Deus sabe o que está fazendo (mesmo quando nós humanos NÃO sabemos o que estamos fazendo... ou o que Ele está fazendo, neste caso), e assim como isso é difícil pra mim agora, eu só quero ser obediente a Ele e à sua vontade para minha vida! E pertinente ao novo álbum, “Stripped, Stabbed and Crucified” será lançado em breve! É uma ÓTIMA coleção de Death Metal, e eu sei que vocês todos irão amá-la! Assim como está agora, tentativamente, os planos ainda são de lançá-lo pela Warclub Records. Ainda não é um acordo fechado, porque temos algumas coisas contratuais que precisam ser concluídas, mas quer a Warclub Records lance ele ou não, ele SERÁ lançado de um jeito ou de outro. Por favor, continue apoiando a banda com paixão, porque eu posso dar testemunho de primeira-mão de que a banda os ama muito passionalmente também! Se quiser continuar a manter contato comigo, por favor sinta-se à vontade para me enviar uma solicitação de amizade em @ricky puckett (ou https://www.facebook.com/veilofdisdain ). Amo todos vocês! Se cuidem e que Deus os abençoe! :)

Ricky Puckett"

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

#50 Baixista do Megadeth estudando pra ser pastor.

  Segundo o site American Vision News Dave Ellefson, baixista do Megadeth, esta estudando para ser pastor no seminário luterano Concordia Seminary em Clayton City.

  Em uma intrevista para o site Noisecreep ele comenta sobre sua decisão.

"Na verdade, eu comecei apenas aceitou a entrar em um programa do semináriodentro da Igreja Luterana; eles trazem até pessoas dentro da congregação, é um curso de pós-graduação", disse Ellefson para o Noisecreep "Estou muito bem mergulhado no mundo, e estive certo durante vários anos, que é tipo de uma progressão natural para a minha caminhada. " - Tradução by Google


  Ellefson cresceu em um lar cristão. Seus pais eram ativos na igreja. O órgão Wurlitzer de sua mãe foi o primeiro instrumento musical ao qual ele se dedicou. Quando adolescente, ele trocou o órgão da igreja para gastar horas com o baixo em suas mãos.

Fontes:

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

#35 CAGE: "Supremacy Of Steel" sai em Novembro desse ano!

 A banda CAGE nos da uma imensa alegria ao anunciar o lançamento do seu álbum "Supremacy Of Steel" para dia 26 de Novembro de 2011. Exatamente daqui um mês o álbum será lançado em todo o mundo. O álbum vem com hinos como "Metal Empire" e "King Of The Wastland", além da esperada "Hell Destroyer vs. Metal Devil".
 Você pode pré-encomendar o álbum, até o final de Outubro, no site oficial do CAGE.




Track list:

01 - Bloodsteel (ft. BITTERFROST)
02 - The Beast Of Bray Road
03 - King Of The Wastland
04 - Metal Empire
05 - War Of The Undead
06 - Flying Fortress
07 - Doctor Doom
08 - Annaliese Michel
09 - Braindead Woman
10 - The Monitor
11 - Hell Destroyer vs. Metal Devil

Bonus Tracks:

 Europa: Skinned Alive
 America e outros: Blood White And Blue

CAGE - Hell Destroyer

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

#33 Theocracy anuncia as data de lançamento do seu novo álbum.

  "As The World Bleeds" é o titulo do novo álbum da banda de Power/Prog./Melodic Metal norte-americana Theocracy. A banda lançou o teaser do álbum, que será lançado no dia 21 de Novembro na América do Norte, e 25 de Novembro na Europa.



Músicas:

01 - I AM
02 - The Master Storyteller
03 - Nailed
04 - Hide In The Fairytale
05 - The Gift Of Music
06 - 30 Pieces Of Silver
07 - Drown
08 - Altar To The Unknow God
09 - Light Of The World
10 - As The World Bleeds

Website
Facebook

segunda-feira, 20 de junho de 2011

#16 Lei 12.403 - E agora, Onde iremos parar?

Oi gente.
  Eu estava visitando o Forum do CMFreak. E li um post que me levou a me perguntar "E agora, onde nosso país vai parar?". O post fala sobre a Lei 12.403 que foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela nossa presidente a Sr. Dilma Roussef e pelo Ministro da Justíça José Eduardo Cardozo.

Nunca fui petista, mas depois dessa lei, vejo que foi uma pessima idéia eleger tal mulher para nossa presidência (não que eu tenha votado nela... aliás, não votei em ninguém!).

 Bom, vamos à matéria.

Brasil esvaziará presídios
Lei 12.403 e o desabafo de um Promotor.

Nada é tão ruim que não possa piorar.

Caros colegas, após 15 anos de atuação na área criminal estou pensando seriamente em abandonar a área com a nova LEI 12.403/2011 aprovada pelo CONGRESSO NACIONAL e sancionada em 05/05/2011 pela Presidente DILMA ROUSSEF e pelo Ministro da Justiça JOSÉ EDUARDO CARDOZO.
Quem não é da área, fique sabendo que em 60 dias (05/07/2011) a nova lei entra em vigor e a PRISÃO EM FLAGRANTE E PRISÃO PREVENTIVA SOMENTE OCORRERÃO EM CASOS RARÍSSIMOS, aumentando a impunidade no país. Em tese somente vai ficar preso quem cometer HOMICÍDIO QUALIFICADO, ESTUPRO, TRÁFICO DE ENTORPECENTES, LATROCÍNIO, etc. A nova lei trouxe a exigência de manter a prisão em flagrante ou decretar a prisão preventiva somente em situações excepcionais, prevendo a CONVERSÃO DA PRISÃO EM FLAGRANTE ou SUBSTITUIÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA em 09 tipos de MEDIDAS CAUTELARES praticamente inócuas e sem meios de fiscalização (comparecimento periódico no fórum para justificar suas atividades, proibição de frequentar determinados lugares, afastamento de pessoas,
proibição de se ausentar da comarca onde reside, recolhimento domiciliar durante a noite, suspensão de exercício de função pública, arbitramento de fiança, internamento em clinica de tratamento e monitoramento eletrônico).

Para quem não é da área, isso significa que crimes como homicídio simples, roubo a mão armada, lesão corporal gravíssima, uso de armas restritas (fuzil, pistola 9 mm, etc.), desvio de dinheiro público, corrupção passiva, peculato, extorsão, etc., dificilmente admitirão a PRISÃO PREVENTIVA ou a manutenção da PRISÃO EM FLAGRANTE, pois em todos esses casos será cabível a conversão da prisão em uma das 9 MEDIDAS CAUTELARES acima previstas.

Portanto, nos próximos meses não se assuste se você encontrar na rua o assaltante que entrou armado em sua casa, o ladrão que roubou seu carro, o criminoso que desviou milhões de reais dos cofres públicos, o bandido que estava circulando com uma pistola 9 mm em via pública, etc. Além disso, a nova lei estendeu a fiança para crimes punidos com até 04 anos de prisão, coisa que não era permitida desde 1940 pelo Código de Processo Penal! Agora, nos crimes de porte de arma de fogo, disparo de arma de fogo, furto simples, receptação, apropriação indébita, homicídio culposo no trânsito, cárcere privado, corrupção de menores, formação de quadrilha, contrabando, armazenamento e transmissão de foto pornográfica de criança, assédio de criança para fins libidinosos, destruição de bem público, comercialização de produto agrotóxico sem origem, emissão de duplicada falsa, e vários outros crimes punidos com até 4 anos de prisão, ninguém permanece preso (só se for reincidente). Em todos esses casos o Delegado irá arbitrar fiança diretamente, sem análise do Promotor e do Juiz.

Resultado: o criminoso não passará uma noite na cadeia e sairá livre pagando uma fiança que se inicia em 1 salário mínimo! Esse pode ser o preço do seu carro furtado e vendido no Paraguai, do seu computador receptado, da morte de um parente no trânsito, do assédio de sua filha, daquele que está transportando 1 tonelada de produtos contrabandeados, do cidadão que estava na praça onde seu filho frequenta portando uma arma de fogo, do cidadão que usa um menor de 10 anos para cometer crimes, etc.

Em resumo, salvo em crimes gravíssimos, com a entrada em vigor das novas regras, quase ninguém ficará preso após cometer vários tipos de crimes que afetam diariamente a sociedade.

A Lei:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_A ... L12403.htm

Artigo do Desembargador FAUSTO DE SANCTIS sobre a nova lei, o qual diz textualmente que "com a vigência da norma, a prisão estará praticamente inviabilizada no país":

http://advivo.com.br/blog/luisnassif/de ... esso-penal

Fonte: Comunidade MS


Leiam isso tmb: http://noticias.terra.com.br/brasil/notici...os+no+Pais.html

Matéria postada pelo usuário mestreobiwan do CMFreak!

terça-feira, 3 de maio de 2011

#15 A relação do U2 com o Cristianismo

Eaew galéra!

Bom gente, depois de um grande período parado. Eu resolvi voltar a ativa.
Eu estava fuçando na internet e achei a seguinte matéria:U2 é uma banda Cristã? . Achei muito intereçante e gostei muito. Sem mais blá, blá, blá. Eis aí a matéria.

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão – estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico – em proporções que não limitariam seu alcance de público.

Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado – seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”
Bono frontman da banda U2


Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez – apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual – e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal – especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 – ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

Fonte: IG Música

Via: Cristianismo Criativo (visite!)

segunda-feira, 21 de março de 2011

#14 Rob Rock - A voz do metal cristão

Rob Rock em um de seus shows.
O primeiro álbum de Rob Rock "MARS, Project: Driver", contou com performances estelares do vocalista Rob Rock, o virtuoso guitarrista Tony MacAlpine, e a brilhante cozinha da banda "Blizzard of Oz" de Ozzy Osbourne; Rudy Sarzo no baixo e Aldridge Tommy na bateria . O álbum ainda permanece ainda hoje como uma obra-prima do metal de meados dos anos 80.

O primeiro álbum de Rob Rock "MARS, Project: Driver", contou com performances estelares do vocalista Rob Rock, o virtuoso guitarrista Tony MacAlpine, e a brilhante cozinha da banda "Blizzard of Oz" de Ozzy Osbourne; Rudy Sarzo no baixo e Aldridge Tommy na bateria . O álbum ainda permanece ainda hoje como uma obra-prima do metal de meados dos anos 80.


Rob, em seguida, gravou e excursionou com a banda Impellitteri durante vários anos.

O primeiro álbum solo de Rob Rock, "Rage of Creation", foi lançado em 2000, com várias críticas e uma forte reação da indústria. "Rob Rock" foi eleito "Best Metal Act", e em 2002, Rob Rock foi eleito "Melhor Vocalista de Metal" pela Orlando Music Awards.

Em 2003, Rob Rock lançou seu segundo álbum solo "Eyes of Eternity", seguido de muitas apresentações no mundo todo. Este álbum traz novamente Roy Z (Judas Priest, Halford, Dickinson) como co-compositor e produtor, tendo recebido uma avalanche de críticas positivas e elogios.

2005 viu o lançamento de seu terceiro álbum solo "Holy Hell" na AFM Records, Rob Rock estava em turnê na Europa.

Em 2007, Rob Rock lançou outro álbum aclamado intitulado "Garden of Chaos", que muitos dizem ser o seu melhor album.

Rob disponibilizou para download pelo menos uma musica de cada album para download em seu site, confira clicando no link abaixo:





http://www.robrock.com/

http://www.myspace.com/robrock1




Fonte: ATA.WORSHIP

Título Original: Rob Rock - Lendas do Christian Rock

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

#4 Tudo Sobre#2: Mortification

Fonte: Blog Sangue Arterial

Eaew Galéra!
 Bem. Aqui eu vou colocar a trajetória de uma das bandas mais importantes no metal cristão, o Mortification.
Eu achei essa matéria no Blog Sangue Arterial, e achei que deveria repassar.

Espero que gostem!!!

MySpace

No final dos anos oitenta, o baixista Steve Rowe tocava na banda de metal australiana chamada “Lightforce”, fazendo bastante sucesso em sua terra natal.



Por volta de 1990 a banda acabou, mas Steve ainda queria tocar Heavy Metal com uma mensagem cristã, e ele foi acompanhado pelo baterista Jayson Sherlock e pelo guitarrista Cameron Hall.



Em 1990 eles fizeram um demo intitulado "Break the Curse" sob o nome Lightforce, onde Steve foi o vocalista. Com este lançamento, a banda mudou musicalmente para o Thrash Metal com um toque de Death Metal.



Em 1991, eles lançaram seu álbum de estréia auto-intitulado, "Mortification", pelo selo cristão americano Intense Records.



Em 1992 o Mortification lançou seu segundo álbum "Scrolls Of The Megilloth", que teve grande sucesso, sendo considerado um clássico na cena do Death Metal mundial. A banda tinha se superado, tocando um Death Metal rápido, com alguns toques Thrash aqui e ali.



Em 1993 a banda desbrava terra nova com seu lançamento "Post Momentary Affliction”. A nota principal eram os novos vocais do Steve, que ao misturar growls e screams que funcionou muito bem.



Jayson Sherlock teve o seu último concerto com a banda no Festival Blackstump 93, e o concerto foi lançado tanto em VHS como em CD sob o nome de "Live Planetarium”.
Jayson entrou para a banda Paramaecium, e o novo baterista passou a ser Phil Gibson.



Em 1994 a banda lançou um novo álbum chamado "Blood World”, tendendo mais para o Groove/Thrash Metal do que para o Death com alguma mudança na pegada vocal do Steve, fazendo muito sucesso nos Estados Unidos.



A banda quase terminou devido à saída de seus integrantes, mas Steve continuou mesmo sozinho.



Neste ano turbulento nasce o selo "Rowe Productions”, que se tornou a gravadora de muitas bandas, especialmente na Austrália.



Todas estas mudanças deram a Steve combustível para uma seqüência de Álbuns cheios de criatividade e musicalidade nos anos seguintes.



Vieram em seguida: “Primitive Rhythm Machine” que foi lançado em 1995, “The Best of Five Years” em 1996,



Em 1996 gravaram também “Envision Evangelene”. Trabalho que mesclava elementos do Classic Metal, Thrash Metal e um pouco de Punk de algumas das canções. A primeira faixa é um épico com mais de 18 minutos sobre a crucificação de Cristo do ponto de vista dos anjos.



Dois EPs ao vivo foram lançados neste ano, “Noah sat down and listened to the Mortification live ep while having a coffee" e " Live without Fear " .



O ano seguinte veria o Mortification passando por algumas tragédias inacreditáveis. Steve Rowe contraiu uma doença que iria afligi-lo o próximo ano e meio: Leucemia Linfática Aguda.



Steve quase morreu várias vezes, mas, através de muita oração e uma forte vontade de viver para ver seus sonhos para a sua família banda e selo realizados, conseguiu contornar esta dificuldade. Isso ocorreu apesar de os médicos terem lhe dado apenas algumas horas de vida, e um transplante de medula óssea que aparentemente falhou.



Logo após sua recuperação milagrosa, o Mortification gravou e lançou "Triumph of Mercy" em 1998, que foi lançado pela Rowe Productions nos os Estados Unidos, e pela Nuclear Blast na Alemanha. Este disco estava centrado em torno do que Steve e a banda passaram por mais de dois anos. O estilo do álbum era uma mistura de Groove e Thrash, e é um testemunho de cura através de Deus.



"Hammer of God" foi lançado em 1999, e, como "Triumph of Mercy”, era uma mistura de Groove e Thrash. Os elementos de Death Metal estavam completamente desaparecidos, mas a mensagem da banda era a mesma. Letra temente a Deus.



Com a virada do milênio vieram os álbuns: "10 Years: Live Not Dead" e "The Silver Chord Is Severed”, quando a banda saiu em sua primeira turnê mundial. A música continuou a ser Groove e Thrash.



Uma coleção de canções do Mortification foi lançada em 2002 no álbum "1990-2000: Power, Pain and Passion".



Em 2002 eles lançaram "Relentless”. Então a banda entrou em uma direção um pouco mais pesada com uma boa dose de Thrash Metal e Classic Metal.



Em 2004 foi lançado o álbum "Brain Cleaner”. Este foi o lançamento mais pesado da banda em 10 anos, e um Thrash rápido dominou o álbum com muitas influências do Groove e do Death Metal.



“Erasing The Goblin” (2006), “Live Humanitarian” (2007) e “The Evil Addiction Destroying Machine” (2009), são os últimos trabalhos da banda, que chega ao final da década com uma produção musical fantástica, que a credencia a figurar entre as melhores bandas de Metal dos últimos vinte anos.



Fontes: “Rowe Productions”, “Unofficial Mortification Fansite” e Blog Sangue Arterial.

Tradução e adaptação: Wagner de Souza Romanha.

sábado, 22 de janeiro de 2011

#3 Tudo sobre#1: Petra

  Eaew Galéra.

  Hoje eu vou colocar tudo sobre a banda Petra. O motivo de eu ter escolhido o Petra pra começar, é que foi a primeira banda de Rock gospel a fazer sucesso a nivel mundial, e com certesa, influenciou muitas bandas da atualidade. O Petra tem mais de 30 anos de carreira.
  Bom. Vamos começar.

1972 - A banda é fundada pelos guitarristas e compositores Bob Hartman e Greg Hough, enquanto estudavam no Christian Training Center em Fort Wayne, Indiana, E.U.A. Lá eles encontraram o baixista John DeGroff e o baterista Bill Glover e começaram a tocar juntos.

1974 - O álbum de estréia da banda é lançado. O álbum leva o nome da banda.
Petra(1974)

1977 - O 2° álbum da banda "Come and Join With Us". O então baterista auxiliar de palco Greg X. Volz é chamado para assumir o vocal da banda. Um tempo depois do lançamento desse álbum, Hough, DeGroff, e Glover deixaram a banda, deixando Hartman e Volz sozinhos.
Come And Join With Us(1977)
1979 - A banda lança seu 3° ábum: Washes Whiter Than. E Volz assume completamente os vocais.
Washes Whiter Than(1979)
1981 - Bob Hartman recrutoa o baixista Mark Kelly e o tecladista John Slick. Então a banda grava seu 4° álbum, dessa vez com uma abordagem mais Hard Rock. O álbum leva o nome "Never Say Die". A banda entra nas paradas de sucesso gospel. Se o álbum não desse certo a banda encerraria suas atividades. O baterista Louie Weaver se juntou à banda um pouco depois do lançamento do Never Say Die.
Never Say Die(1981)

 1982 - A banda lança mais um álbum com a pegada Hard Rock. O álbum "More Power To Ya" rendeu um dos maiores sucessos da banda, a música "Judas's Kiss".
More Power To Ya(1982)
1983 - A banda lança o álbum "Not Of This World". John Slick deixou a banda nessa época, sendo substituído por John Lawry.
Not Of This World(1983)
1984 - Com a entrada de John Lawry, a banda passou a tocar um Techno Rock. Então a banda lança o álbum "Beat The System".
Beat The System(1984)
1985 - Com o sucesso a banda grava um álbum ao vivo, o "Catured in Time & Space".
Captured In Time & Space(1985)
1986 - Volz sai da banda para seguir carreira solo. Então o ex-vocalista da banda Head East, John Schlitt foi convidado para cantar na banda. Com essa formação o Petra grava "Back To The Street".
Back To The Street(1986)
1987 - A banda grava "This Means War", esses dois ultimos álbuns tinham um estilo diferente mais parecido com Glam Metal.
This Means War(1987)
1988 - O baixista Mark Kelly abandonou a banda após This Means War, e para o próximo álbum foi chamado Ronny Cates para substituí-lo. O álbum "On Fire" foi um sucesso, levando a banda a ganhar seu primeiro Grammy, de melhor performance gospel.
On Fire!(1988)
1989 - Em 1989 a banda gravou um álbum de hinos protestantes conhecidos, chamado Petra Praise: The Rock Cries Out.
Petra Praise: The Rock Cries Out(1989)
1990 - Petra gravou em 1990 o álbum Beyond Belief, considerado pela maior parte dos fãs o melhor da banda. Este álbum é marcado por um som pesado e ritmado, tendo só duas baladas entre as dez faixas.
Beyond Belief(1990) (Download)
1991 - Em 1991 veio Unseen Power, com mais teclados. Em 1992 o álbum Petra Praise foi regravado com os vocais em espanhol e lançado como Petra En Alabanza.
Unseen Power(1991)
1993 - O ano de 1993 viu o último álbum da formação mais aclamada do Petra, Wake-Up Call. Este álbum possui uma combinação de som pesado, músicas rápidas, baladas e uma ótima performance do vocalista John Schlitt. Estes três últimos trabalhos da banda (excluindo Petra en Alabanza) foram os maiores sucessos de sua carreira, todos sendo premiados com o Grammy de melhor álbum de gospel rock do ano.
Wake-Up Call(1993)
1995 - John Lawry deixou a banda para se dedicar a projetos pessoais, e Bob Hartman abandonou a guitarra para se tornar o produtor e compositor da banda e ficar mais tempo com a família. Entram então o tecladista Jim Cooper, que era técnico de John Lawry, e o guitarrista David Lichens. A banda grava e lança em 1995 o álbum No Doubt. Apesar do relativo sucesso do álbum, os dois novos membros iriam sair mais tarde devido a conflitos pessoais com John Schlitt, além do baixista Ronny Cates, devido a problemas familiares.
No Doubt(1995)
1997 - Entra então na banda o baixista Lonnie Chapin, e a banda grava Petra Praise 2: We Need Jesus, lançado em 1997. Este trabalho foi muito bem recebido, apesar das crises na banda.
Petra Praise 2: We Need Jesus(1997)
1998 - O guitarrista e tecladista Kevin Brandow e o guitarrista Pete Orta entram na banda, dando um som totalmente novo ao álbum God Fixation, em 1998. O estilo deste álbum tende ao Pop rock contemporâneo.
God Fixation(1998)
2000 - Em 2000 o Petra lança Double Take, um álbum com os maiores sucessos da banda em versão acústica. Apesar do descontentamento dos fãs mais antigos com as novas versões dos clássicos, o álbum levou a banda a ganhar seu último Grammy, de melhor álbum de Gospel rock do ano. Kevin Brandow abandonou a banda antes da gravação desse álbum, sendo substituído por Trent Thomason. Mas todos estes jovens membros acabaram por deixar a banda após a turnê, e para piorar a gravadora rompeu com o Petra, colocando a banda quase que num fim forçado.
Double Take(2000) (Download)
2001 - Com uma nova gravadora, o Petra lança em 2001 Revival, um outro álbum de hinos de louvor. Este álbum ganhou alguma atenção para a banda, que saiu para uma turnê com os novos membros Bryce Bell (teclados), Quinton Gibson (guitarra) e Greg Bailey (baixo). A turnê obteve um bom sucesso, e a banda parecia estar renascendo das cinzas, mas mais problemas ainda viriam. Quinton Gibson e Bryce Bell deixaram a banda, e um problema interno que gerou muita polêmica entre os fãs: o baterista Louie Weaver foi mandado embora, depois de 22 anos na banda.
Petra : revival (2001)
2003 - A banda tentou dissipar os rumores e com o baterista Paul Simmons e Bob Hartman reassumindo as guitarras, gravou Jekyll and Hyde, o álbum mais pesado já gravado pelo grupo, lançado em 2003. O trabalho recebeu boas críticas, mas gerou pouco interesse na banda.
Jekyll & Hyde(2003) (Download)
2005 - Então Bob Hartman, não suportando mais os recentes altos e baixos e a pouca atenção que o grupo tinha nos Estados Unidos, decide encerrar a banda no fim de 2005. Em 4 de outubro desse ano, a banda grava um show em Franklin, Tennessee, junto com os antigos integrantes John Lawry e Greg Volz, e lança como seu segundo e último álbum ao vivo: Petra Farewell, que também foi lançado em DVD.
Farewell (2005)
2007 - O vocalista John Schlitt e o guitarrista Bob Hartman, formaram o projeto II Guys From Petra,e , em 2007 lançaram o CD "Vertica Expressions".
II Guys From Petra - Vertical Expressions(2007)
2010 - Os ex - integrantes Greg X. Volz(vocal), Bob Hartman(guitarra), Mark Kelly(baixo), John Lawry(teclado) e Louie Weaver(bateria), se reuniram e formaram o projeto Classic Petra, que rendeu o CD entitulado "Back To The Rock" que, além de varias músicas da época em que Volz era vocalista, conta com duas músicas inéditas, são elas: "Back To The Rock" e "Too Big To Fail".
Classic Petra - Back To The Rock(2010)



  Bom gente.

  É isso aí, espero que tenham gostado. Abraços!


God Bless All!